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Frase de Rosangela Calza

⁠Você se julga livre.... melhor seria se você não conhecesse a liberdade. Ser escravo é ser propriedade de alguém. Isso não faz bem? O seu dono pode fazer o que bem quiser com você... ah! mas, nem vem, não quero isso não. Sou dono da minha vida, dos meus atos, de absolutamente tudo o que a mim compete. Ninguém compete comigo quando o assunto diz respeito a mim. Eu sou meu. E de mais ninguém... entendeu? Claro, claro... não quero tirar de você o gostinho de ser dono do próprio nariz... e quem sou eu pra contrariar você? Não sou ninguém... sou apenas escravo de alguém. Eu lavo os pés... eu carrego o peso... eu corro ao grito de guerra... eu paro ao som do apito... eu danço quando a música começa... eu paro quando ela chega ao fim... Se eu escolhi isso pra mim? Não sei bem se foi uma escolha própria, ou se alguém escolheu por mim... só sei que conheço a escravidão... e que ela não faz mal ao meu coração... Já fui julgad@ ou alguém foi julgado por mim... então, não precisarei esperar o julgamento no fim... Você sabe o que Nietzsche falou? “Os homens foram considerados ‘livres’ para poderem ser julgados, ser punidos – ser culpados”. Culpad@! É isso que eu não ouvirei no fim... sou escravo.. não sou don@ de mim.

Rosangela Calza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rosangela Calza

⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar.
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⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar. Se tento me controlar... Nada pior pra me desestabilizar. Manter silêncio? Dentro de mim esse silêncio é estrondoso... bombástico. Pronto a tudo explodir... ou implodir. E me fazer sumir. Quero chorar rios de lágrimas. Lavar a alma. alvejar... purificar. E continuar livre, leve, solta... pela vida a saltitar.

⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer.
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⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer. Que graça há nisso? E se fala em esperança... Que ironia. Toda noite sucede o dia... Luzes... depois sombras. Momentos de paz, sim... Mas há tantos mais de agonia. Somos solitários... Embora as pessoas se iludam que o estar rodeadas de gente é estar em companhia. Seguimos na nossa tristeza. Colocamos máscaras. Não nos desvendamos totalmente... Expomos só o que nos convém. Escondemos o que aos outros mostra que não estamos bem. Envolvidos em trapos... Farrapos... Há sempre algo de demente no viver. Dormir e acordar. Tudo é uma luta inútil. Tudo tanto faz. E eu? Bem, eu sigo triste e amargurado... Descalço, por este mundo de pedras e espinhos pra todo lado

⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo,
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⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo, um andar tão só no mundo, um tormento de isolamento. Parecia minha aquela solidão... Vinha sempre tão sozinha, só acompanhada de seus fantasmas só com coração repleto de solidão. Só, sozinha em sua solidão, só queria que alguém na multidão estendesse pelo menos uma vez a mão... e lhe tocasse o solitário coração.

Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos...
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Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos... Lembra como era antes da sua última partida? Você cansava de mim e partia... eu, por dentro, sorria. Sabia que você voltaria. Só que de tanto você partir e eu sorrir... os sorrisos acabaram... agora, quando você parte, eu choro. Só choro. E eu não quero gastar o meu choro... eu não quero chorar até não ter mais lágrimas... então, por favor, vá e não volte. Agora a cada partida sua, atravesso desertos dentro de mim. Você volta... um oásis... até que enfim. E quando eles tiverem fim? Então, vá e não volte. Não quero os desertos, nem os vales de lágrimas... Se você gosta de mim um pouquinho só... então, vá e não volte. ⁠