Frase de Juliana de Almeida Rossi
Dor existencial – 2 Aspirante a poeta, em versar sobre o ser Oque sou, o que serei, para onde vou Em ebulição com o devo e não devo fazer Minhas origens, o passado, presente e futuro Me encontro no meio da linha do tempo Olho e vejo dois eus, o fui e o que sou Mas entrementes um eu terceiro surgindo O que serei, escolhas que afetarão a terceiros Penso em minha nobre estirpe Sigo seus passos, ou faço os meus Começo a crepitar, pássaros em tumulto Me atormentam e me questionam Nessa bifurcação paralisei Efêmeros eus, efêmero ser Em consternação gritei Serei eu a dona do meu viver!
No pensador.ai desde