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Frase de Simony Thomazini

Há verdades que calei dizendo. Há sorrisos que conquistaram a face, mas não chegaram ao coração. Quantos "sim" ditos, quando tudo o que queria era dizer "não". A educação não se compadece da minha alma, que dia a dia adoece. Minhas verdades, minhas mentiras, meus "sim", meu sorriso forçado se desfalecem em plena luz do dia. Nego a verdade, escancaro a mentira. Em troca do que? Meu sangue derramado em praça pública. Meu coração atirado a rua. Em troca do quê? Doses homeopáticas de um lento suicídio dia após dia apelando por paz. Bandeira Branca. Chega. Não há ninguém do outro lado. As paredes do meu quarto nunca foram tão brancas, e o alívio nunca foi tão verdadeiro. Paz.

Simony Thomazini

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Às vezes estou ausente. Faço-me ausente pra pessoas. Pra coisas desnecessárias. Mas, existem momentos em que eu queria estar ausente de mim mesma. Poder não sentir, mesmo sendo impossível. Às vezes eu preciso me recolher... Eu sei, parece confuso, mas são aqueles momentos onde fa…
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Às vezes estou ausente. Faço-me ausente pra pessoas. Pra coisas desnecessárias. Mas, existem momentos em que eu queria estar ausente de mim mesma. Poder não sentir, mesmo sendo impossível. Às vezes eu preciso me recolher... Eu sei, parece confuso, mas são aqueles momentos onde falar não basta, mostrar-se não convence. Ficar só e fazer disso força. Fazer do silêncio poesia. Preciso me ausentar do mundo quase que como forma de sobrevivência. Colocar-me numa redoma e me contemplar. O mundo distorce o meu olhar sobre mim mesma. Preciso estar só pra poder me enxergar. Enxergar, mais do que ver aquilo que me falta. E saber reconhecer que aquilo que me falta é justamente aquilo que eu desejo pra mim. Fazer da falta não um vazio existencial, mas fonte de querer algo a mais da vida. O desejo me impulsiona pra vida, assim como a falta me leva aos fracassos mundanos e existenciais. Preciso fazer do meu silêncio o meu porto-seguro e o caminho indispensável que me levará de volta pra casa toda vez em que julgar que é preciso.