Frase de Yury Vinícius
Parte 1 Eis me aqui juntando os meus últimos fragmentos. Enfim tardou-se e não encontrei o bom contentamento. Mais e agora o que será do meu corpo carne e osso? Moldando na terra um inteiro juntando dois pedaços. Avistei o sinal no trilho seria um lugar de descanso pacífico? Cai a noite saio andando cego e mudo na cidade que princípio. De longe reconheci o teu aroma de vidro e água transbordando. Meu irmão coroado rei obviamente eu o barro a terra e marte observei. Não quero ir embora sem antes lhe buscar o mais belo estandarte. Mais tu se foi com o passar como um vento forte de dezembro. Virei um solitário e por medo sair voando rumo a um abraço acalento. Deveras eu busco qual instante a boca calou-se dizendo: basta! Meu senhor calante servo nos encantou com uma harpa. Nas bruscas ainda feito vinho amargou sem defeito. Foi meu peito afogando-se nas rasas águas de um algibe corrompido. Agora dei-me teu veneno na boca com três gotas eu me deito. Serei a sitilante flor da tua raiz fertiu: Um deleite serei! E eis-me aqui para assistir teu crescer salinte outra vez! Pra mim ouvir o cantar o som de quem me abriu o portal do invisível. Abaixo um castelo tijolos escadas e mil quadros imersivos. Naquela subida montanhosa vem vindo se aproximando um brilho. Solte-me destrave as correntes ao sair desse portão. Viva minha liberdade enfim liberto dessa rápida e ante-sagrada vermelhidão! Sou o vento um suspiro no fim do mangue escurecido. Vivendo por um fim que não ganhou fim nem finalmente. (continua...)
No pensador.ai desde