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Frase de Yury Vinícius

Parte 2 Brilhará as luzes sobre teus cabelos brancos molhados. Assim caiu e arruinou o último do favo de mel dourado. Afundei a terra descalço pois pisei sobre uma folha salgada. Dedos sem pontos a se descolorir meio a meio numa paisagem. Beijo que arde os poros dilatados de ser um ser vivo. Menina de luz caiu pelo chão sem perecer do rio nenhuma palavra. Esqueço e me apavoro diante dos meus apagões grisalhos. Uma lágrima para você enxugar ao te ver sumir na raia. Nem o andorinha quer ser tão mais minha esquerda na praia. Oh justiça do querer que prendeu o meu sentir desse amor. Assim deus cria um teste se for tão longe ter todo esse rigor. Arranho a mesa enquanto a vela acesa na beirada se derreteu. É doce morrer de sede em frente ao mar azul pulsante sussurrei. Pois no fim aquilo era obra de um imã de serpentes um lagar. Proteção ao meu querer realiza-se um fixo trancar-viar. Esqueço fitas de madeira e fixas chamas nesse longo deslumbre. Virarei os poços de sangue que você se mantém sempre tão submersa. Sei que meus pais vão dizer ao ser que era outora um casulo. Bem feito escritor se despiu da vida vivida num papel obtuso. Morri de querer ser além do ser, que é além do meu ser, um tudo.

Yury Vinícius

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Pensador.com

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Outras frases de Yury Vinícius

⁠Parte 1 Eis me aqui juntando os meus últimos fragmentos.
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⁠Parte 1 Eis me aqui juntando os meus últimos fragmentos. Enfim tardou-se e não encontrei o bom contentamento. Mais e agora o que será do meu corpo carne e osso? Moldando na terra um inteiro juntando dois pedaços. Avistei o sinal no trilho seria um lugar de descanso pacífico? Cai a noite saio andando cego e mudo na cidade que princípio. De longe reconheci o teu aroma de vidro e água transbordando. Meu irmão coroado rei obviamente eu o barro a terra e marte observei. Não quero ir embora sem antes lhe buscar o mais belo estandarte. Mais tu se foi com o passar como um vento forte de dezembro. Virei um solitário e por medo sair voando rumo a um abraço acalento. Deveras eu busco qual instante a boca calou-se dizendo: basta! Meu senhor calante servo nos encantou com uma harpa. Nas bruscas ainda feito vinho amargou sem defeito. Foi meu peito afogando-se nas rasas águas de um algibe corrompido. Agora dei-me teu veneno na boca com três gotas eu me deito. Serei a sitilante flor da tua raiz fertiu: Um deleite serei! E eis-me aqui para assistir teu crescer salinte outra vez! Pra mim ouvir o cantar o som de quem me abriu o portal do invisível. Abaixo um castelo tijolos escadas e mil quadros imersivos. Naquela subida montanhosa vem vindo se aproximando um brilho. Solte-me destrave as correntes ao sair desse portão. Viva minha liberdade enfim liberto dessa rápida e ante-sagrada vermelhidão! Sou o vento um suspiro no fim do mangue escurecido. Vivendo por um fim que não ganhou fim nem finalmente. (continua...)

⁠Águas claras caindo no chão pés descalços sob a elevação. Dedos sem pontos unidos meus braços abertos além disso. Estéril fuga um aceno estirado na fileira esquecida estirpe.
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⁠Águas claras caindo no chão pés descalços sob a elevação. Dedos sem pontos unidos meus braços abertos além disso. Estéril fuga um aceno estirado na fileira esquecida estirpe. Noite toda barbárie gota a gota mortalmente o resoluto feri. Rescente reacender luminar frequente sob luar estimando-se. Cego afundará reluz espero sonhar completo refletindo espiral. Bel-prazer adianto o inevitável o querer sem definição real. Interceptações e negligênciais degradam a rua dentre mortais. Brusco atirar flecha e fogo foi morto sem espectador absorto. Ingrediente constituído sem ler o manual o listrado pijama. Conto primeiro se despede-te fronte ao pátio protesto vigorou. Obnubilação mestre rei e guardiã clara luz que vem logrando. Aflora sementeira irrigando-se a passo curto prazo puro. Ajeita sexta respectiva pinça valente balanceando o centrista. Romancista emigrando de tempo a porta a verdadeira vida.