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Frase de Nicola Vital

⁠EU Está noite eu deixava minha Esperança e embarcava universo a fio. Corria eu, pelas ruas dos meus sonhos, pelos becos de meus delírios, E achava eu, na busca do sonho azul que tudo faria jus Você não disse que era pra tudo ficar azul? Então venha descolorir o que deixou “negro”! A noiva que era bela ficou feia e magricela. O sonho que parecia azul perdeu o norte e o sul. Quando pensas que sabes estás ficando rude. E nessa homérica viagem. Às vezes, eu sinto ser multidão! Olho pra dentro da criança e vejo o ancião, O negro, o sábio e o tolo. A mulher, o louco e o insano. Logo ergo o olhar para dentro e vejo a escuridão.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.