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Frase de Patrick Vieira

"Coluna em Pé" Entre ruínas e ventos, fiquei de pé, não por força, mas por fé. Quando todos se calaram, ouvi o Céu dizer: “Filho, é tua vez, ergue o estandarte e vem vencer.” O chão tremia, mas minha alma não, pois quem carrega o fardo tem a unção. Família é campo, é missão, é altar, e sobre mim recai o dom de cuidar. Sou vigia nos muros, intercessor na madrugada, a voz que clama, lâmpada acesa, espada levantada. Não sou o mais forte, nem o mais santo, mas o escolhido entre os que restaram no pranto. E se o inimigo cercar minha casa, verá, não há recuo onde Deus mandar ficar. Porque a promessa não morre, só amadurece, e quem permanece, prevalece. Carrego o peso da responsabilidade, mas também o consolo da fidelidade. Pois aquele que chama também sustenta, e no deserto ensina o que o trono apresenta. Quando o cansaço tenta me parar, é o Espírito que vem me renovar. Oro de joelhos, choro e confesso, mas sigo firme — porque o propósito é o progresso. Sou coluna, raiz e chão, não dependo da vista, vivo de visão. A guerra é grande, mas maior é o Rei, que me ergueu quando eu pensei que não voltava a ficar de pé. E se o mundo cair, eu continuo a crer, pois não há tempestade que me faça deter. Minha casa é promessa, meu lar é missão, e Deus é o centro da minha direção. Fui chamado pra servir, não pra aparecer, pra lutar em silêncio e ver Deus mover. Pra ser exemplo quando tudo desaba, pra manter a fé viva onde o amor se acaba. E quando o tempo provar minha fé, serei lembrado como aquele que ficou de pé. Porque a unção não cansa, a fé não envelhece, e quem confia no Eterno — permanece.

Patrick Vieira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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O ser humano só pode ser livre controlando seus desejos! O que é impossível para a mente humana. Os desejos apenas nos dão o ponto de partida para ação submissa a decisão.
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Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao próximo, e que ao mesmo tempo critica quem a segue.

"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim,
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"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim, quando tua oração venceu o abismo e me fez lembrar que ainda havia um “sim”. Tu foste a ponte sobre águas escuras, a mão no meu ombro, o peito no meu choro, e agora és tu quem afunda em silêncio, escondendo a dor sob um falso decoro. Por fora, um sorriso cansado: “tá tudo bem, pode deixar...” Mas eu escuto o grito abafado: “por favor, alguém… vem me buscar.” Tu carregas o mundo sem pausa, tentando ser força onde falta chão, mas até heróis precisam de descanso, até os fortes merecem compaixão. Não posso tirar tua dor com palavras, nem consertar o que em ti desmorona, mas posso sentar ao teu lado em silêncio, segurando tua alma que ainda ressona. Se não quiser falar, tudo bem, se fugir de ajuda, eu entendo. Só não pensa que está invisível — eu te vejo, amigo, eu tô te vendo. E mesmo se teu mundo ruir em pedaços e tu não tiveres força pra chamar, lembra: fui salvo pelo teu abraço… e agora, eu só quero te abraçar.

"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora,
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"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora, Mas deixam se perder — Os que estavam dentro, desde o início. "Se ele não vier até mim, Não irei até ele", dizem friamente. Incrível. Que evangelho é esse? Evangelho de fariseu… indiferente? Nem chamam de fraqueza a dor que carrego, Chamam de imaturidade. Chamam de birra. Como se feridas profundas Fossem apenas dramas de quem não lida. Mas só quem sangra, Sabe o peso de continuar. Às vezes, fugir é sobreviver — Não é medo… é tentar respirar. E ainda que eu não quisesse sair, Não tive escolha… Pedi ajuda, clamei apoio, E ouvi: “Estou do seu lado” — Mas o fim… o senhor já sabe. Promessas jogadas ao vento, Palavras sem presença. No momento mais escuro, Só o silêncio fez companhia. Enquanto uns pregam multidões, Outros morrem em silêncio. Quem vai por eles? Ou será que… só contam os que aparecem no templo?