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Frase de Rômulo Bourbon

⁠DUELO DO ROCK Eis aqui um bom duelo Entre o rock brasileiro, Mas também vão duelar As bandas do estrangeiro. Paralamas? Rolling Stones? Detonautas? Deftones? Quero ver se és roqueiro! Osso duro de roer É a banda Tihuana. Mas também Kurt Cobain Que tocou com o Nirvana. Pense numa metaleira! A primeira, brasileira, A segunda, americana. Pop-rock? Heavy metal? War Pigs ou Paranoid? Tem até banda sueca Que se chama Asteroid. Sandy já gravou com Angra. Com Gilmour, guitarra sangra Quando toca o Pink Floyd. O Bruce do Iron Maiden Cantou "Fear Of The Dark". Tens uns californianos Que fundaram o Linkin Park. Só rock O Rappa gravou? Poucos sabem, regravou "Deus Lhe Pague" de Buarque. Tem uns caras das antigas, Que formaram o Legião, Banda de Renato Russo, Que encantou uma geração. Chico Science, que saudade! Hoje cantam "A Cidade" O Du Peixe e a Nação. Pitty, Skank, Red Hot, Ozzy Osbourne, Charlie Brown, Tem alguém que se iguale Ao incrível James Brown? Baiano já teve brio: No palco do Rock In Rio, Subiu o Carlinho Brown. Rock nacional não para, Tem banda muito recente: Zimbra, Raça, Terno Rei... Molho Negro, som potente! The Mönic e Baleia Pra quem tem rock na veia E um coração que aguente! Quando pego a guitarra E toco "Stairway To Heaven" Emoção é sem igual De lembrar o Led Zeppelin. Curto também Raul Seixas... "Gita! Gita!" só me deixa Mais amar o Rock, sim! É tanta banda irada: Tem Titãs, NX Zero, Jota Quest, Rita Lee... Olha, vou ser bem sicero: O rock é universal, E que seja imortal, É só isso que espero!

Rômulo Bourbon

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠BRENNAND A cerâmica é arte, onde fazem esculturas. As mãos de um grande artista criam obras e pinturas. Mas, pra ser um imortal, além de pintar mural, tem que ter muita ternura.

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⁠⁠CAJUÍNA-MENINA (Ode à cidade de Teresina) Diante de mim, a cajuína-menina do campo, Moça meiga e valente. À beira do Poti, a estátua imponente do Cabeça de Cuia. Hora vespertina. Mas o Riso de anjo da pequenina atravessava a ponte, águas correntes; e o Rio Parnaíba, à minha frente, cortava a cidade-luz, Teresina. E enquanto eu declamava Torquato e Costa e Silva, rio abaixo, rio arriba, quando nem havia ponte estaiada, o Sol fulgurante, no artesanato, vinha alçar-se, no céu, lá em riba, brilhando no rosto de minha amada.