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Frase de Álvaro de Azevedo

Cifra Como num simples toque, Gerando um singelo som… me encontro em meio a um breve devaneio sob as cordas de um violão. E neste pouco tempo falando sobre o som, que o próprio vento ecoa… Forma se a melodia! Que faz se do movimento em suas mãos... Enquanto ao desenvolvimento, a melodia mesmo que tardia, gera em forma de poesia o momento! E cada corda em sintonia, cada nota em harmonia, diz o real motivo! O temor retraído, a saudade ao relento. Dentre outros movimentos o dedilhar se perde… e junto a ele vem o sentimento! O entendimento mesmo que por pouco tempo. De uma nota escondida… ouvida porém não sentida! tocada, escrita, mas nunca redigida! E em meio a multidão que parece não prestar atenção, nada mais consigo ouvir, além do sol, do lá, do si… A cada vibração, vem do fundo a noção! Das partes de um inteiro, separadas… esquecidas… E em mim forma se a empatia! Em forma de utopia! Porém logo vem angústia trazida pela sua avaria… E agora vai se esvaindo a tal melodia... Pouco a pouco, nota após nota… e das últimas cifras, reduzidas agora a cinzas... Sobram apenas as breves lembranças da sua ousadia... Enfim o silêncio! Que mesmo ao mais alto som, se faz absoluto… Percebo então que não estive em mim durante esses minutos... Volto e revejo… um ambiente agitado, a mesa cheia, o barulho ao meu lado… E eu aqui! Em devaneio, ao o som do seu violão...

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...