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Frase de Maria da Penha Boina

31/08/2004 Novos tempos Acordo e começa o corre-corre Para chegar, não sei aonde. Durante o dia, trabalho A noite também. Nos pequenos espaços diários Estudo Depois o “stress” o cansaço Por não saber se o dinheiro vem… As vezes vêm o mal presságio Será que amanhã vou ter trabalho? Então, estudo Mesmo sem o dinheiro para fazer o itinerário. Não tenho tempo, sem tempo Mas com tempo Não concentro Hoje isso, amanhã aquilo. Para relaxar, escrevo Perdendo tempo Deveria mesmo estar lendo Reverenciando os mestres. Mas não me façam críticas Eu gosto dos novos tempo Mesmo sem tempo, dê-me tempo Para ler poesias.

Maria da Penha Boina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas
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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.