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Frase de Maria da Penha Boina

Rugas Essas linhas que aparecem no rosto e em todo o corpo, Chegam para todas as etnias e classes sociais e, Têm o nome de rugas. E não são rugas de chorar, de sentir e sorrir São da idade, do tempo que passou e não volta Então, para que mentir? Se não sentiu, não chorou e não sorriu Elas iriam estar aí, do mesmo jeito Com ou sem esmeros. Pra que mentir? Dizer que veem junto a experiência Fazendo história e blá, blá, blá! Pra que olhar-se tão vulgarmente, E desculpar-se das próprias rugas Provando da baixa autoestima. Se tens a preocupação de justificar as rugas Através dos ritos de passagem que envenenou o corpo Conta outra! É resto, é o espírito que já está morto.

Maria da Penha Boina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.