Frase de Saulo Nascimentto
Morna tristeza Quisera eu livrar-me da morna tristeza, que chamejasse, pouca ou alguma verdade. Há fogo, contudo, aceso na chama do desapontamento, assim, como carne e sangue.
No pensador.ai desde
Morna tristeza Quisera eu livrar-me da morna tristeza, que chamejasse, pouca ou alguma verdade. Há fogo, contudo, aceso na chama do desapontamento, assim, como carne e sangue.
No pensador.ai desde
Fragmento VI - Violência simbólica Peço-te, mostra-me como ter-te em liberdade. Dou-te a boca, e não me chamas pelo nome.
Fragmento VI - Violência simbólica Peço-te, mostra-me como ter-te em liberdade. Dou-te a boca, e não me chamas pelo nome. Tiro-te o chão, logo começas a gritar. E se teu grito é liberdade, por quem clamais? Cala o teu brado, pois não há quem desperte. Já não adianta reconhecer tais desequilíbrios. De ato para si e ficção para o outro. Tal a tirania do teu beijo e a ironia da tua face.
Fragmento I - Ankou Um vulto indistinto, entre outros vultos distantes. Não houve um tempo em que ele era, não houve sequer um instante.
Fragmento I - Ankou Um vulto indistinto, entre outros vultos distantes. Não houve um tempo em que ele era, não houve sequer um instante. Os outros deixam para trás seus sonhos, desejos e deveres, seus inconstantes. Ele, porém, em seu sadismo divino, ínsito na própria penumbra, flutua, do nascimento ao desaparecimento, protegido no seio da imortalidade. Saulo Nascimentto
Há quem... I Há quem sacie suas vísceras na lamúria e seus trovões na Babel.
Fragmento II - O canto do fim Estrelas descem e atiçam a chama violeta. Cães da virulenta coletividade conduzem os que anseiam, imprudentemente, o devir dos insaciáveis.
Fragmento II - O canto do fim Estrelas descem e atiçam a chama violeta. Cães da virulenta coletividade conduzem os que anseiam, imprudentemente, o devir dos insaciáveis. Assim, os infortúnios que favorecem os excluídos, são as bem-aventuranças da individualidade desperta. Saulo Nascimentto