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Frase de Nicola Vital

⁠Escrever é conceber um filho. Encontramos prazer no fazer e no nascer O limite do gozo é sempre o mesmo No primeiro, no segundo e doravante Assim como os filhos biológicos, Amamos um a um mesmo em momentos distintos De certo, alguns ganham maior destaque Apenas para o mundo exterior. Ao olhar genitor todos possuem O mesmo cheiro e a mesma beleza. Assim como a coruja disse ao gavião que seus filhos eram as mais belas criaturas da floresta É o poeta para seus rebentos

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.