Frase de marcos vinicio dias
LÁGRIMAS Seus olhos choram e extravasam pelos cantos E eu invento um canto querendo te alegrar; Seus ouvidos ouvem além de seu próprio pranto A minha vontade, sem som, de fazê-los secar!
No pensador.ai desde
LÁGRIMAS Seus olhos choram e extravasam pelos cantos E eu invento um canto querendo te alegrar; Seus ouvidos ouvem além de seu próprio pranto A minha vontade, sem som, de fazê-los secar!
No pensador.ai desde
TEMPO CERTO Muitos celerados do tempo desejariam que seu dia tivesse mais que 24 horas para que se fizessem mais e mais coisas, as quais julgam não ter tempo. Mas, por sorte, quem criou, controla e mantém o funcionamento deste relógio perfeito é a própria sensatez e Senhor abso…
TEMPO CERTO Muitos celerados do tempo desejariam que seu dia tivesse mais que 24 horas para que se fizessem mais e mais coisas, as quais julgam não ter tempo. Mas, por sorte, quem criou, controla e mantém o funcionamento deste relógio perfeito é a própria sensatez e Senhor absoluto do universo. Por esta certeza e não pressuposto, afirmo que tudo está correto, não necessitando de atropelos. Hoje você quer mais tempo acrescentados em seu dia que julga ser pequeno, amanhã quando não puder mais acompanhá-lo, se arrastará por horas para fazê-lo passar mais ligeiro.
...E se eu morresse amanhã? Depois de amanhã estaria ainda presente na vida; Embora inerte, velado, ainda assim existiria;
...E se eu morresse amanhã? Depois de amanhã estaria ainda presente na vida; Embora inerte, velado, ainda assim existiria; Já não mais vivo, apagado, gelado; Sem mais querer, nem visão; Sem tocar, sem chamar, sem bater, sem pensar, Só com o tal “Ai” por alguém que se foi! Com sorte filhos encaminhados, crescidos, amigos...; Vários dizeres dizendo estou subscrito em cada um; Tornem efêmera a dor; Que sempre tem o tamanho do amor; Copiem-me, me leiam, me entendam; Decifrem-me, tentem tentando! Lamentos, dizeres bem ditos; Exagero talvez, humano é que o fez (eu); Descontem estes, do rol de meus erros; Entendam meus fartos garranchos; Terminem meus deveres consignados, Atrapalhados, honestos, insofismáveis; Tentem me ver pelo prisma Que a doutrina me doutrinou; Mas não façam ilações definitivas; Façam funcionar a balança justa e precisa; ...Não vim trazer brigas; Entendam meu ponto inicial! Se é que vivi sem loucuras Confesso, de fato não sei; Ajudem a me definir, por favor, Ajuda vem sempre a tempo; Peço não deixem esse, gorar a razão Num calor árido fustigar, respingando em vocês! Trabalhem e vivam bastante; Se encantem, sempre com os pés amigados, Soltos mais rentes ao chão; Pra correr, ficar, dizer não, por que não! Reforço o pedido quase ensandecido; Entendam meu ponto inicial! Depois que o dever me chamar; Para última volta axial; Debulhem todas as respostas possíveis; Joguem tudo naquela mesma balança...; Quem sabe um ou outro desponte e se lance; ...Com sorte explique meu ponto inicial! Como isso tudo são fatos inconclusos; Conjecturas vãs num momento de pouca lucidez Que não posso afirmar cem por cento; Talvez tudo fique pra depois, do Depois...; E se eu merecer “um extra da vida”; Agradeço prometendo entender e explicar meu ponto final! ...E se eu não morrer??
""Se o preço da conquista for o cansaço e o quase impossível, isso já é muito mais do que o descanso eterno, sentado em uma pedra em alto e vasto mar!
Dilema Vou falar num poema; Que veio ser meu problema;
Dilema Vou falar num poema; Que veio ser meu problema; Uma dor num dilema; Uma razão num fonema; Um concluir numa cena! Pontos, nas vírgulas cansadas; Reticências, pra não precisar discutir; Exclamar, por um ‘Ai’ da amada; Perguntando, mil vezes pra não sucumbir! Dar voltas, pra saber o que não tem respostas; Inventar um ‘senão’, pra “pescar” um talvez; Reconhecer em parênteses e por linhas tortas; Só pra tê-la de novo, a confessar o que ele não fez! Enfatizar o que disse depois, ou como ela quiser; Reforçando desculpas, dizendo ser pela última vez; Não cansar em mostrar sua retidão, sua fé; Já nem sei se: pela 2ª ou 3ª..., afirmar o que ele não fez! Isso cansa deveras! Provar inocência; Se confessar um delito provado, já é complicado, Imaginem então afirmar que não teve ciência; Que não disse, nem fez, nada, nada de errado! Como cartada final a comprovar licitudes; Arrumar evidências com palavras confiáveis e sinceras; A dar sua razão na versão e na correlata atitude; Mostrando sua inocência pelo mal, que outro a fizera! Depois deste sofrer a versejar feito louco; A lição que aprendi, vai ficar como exemplo gravado; Para os que vierem a passar pelo mesmo sufoco; Lutarem sem desistir até chegar num culpado! Se bem no fim conseguir, esclarecer esta história difusa; Vou ficar mais tranqüilo, por resolver este triste dilema; Caso ainda se mostre desconfiada, indecisa e confusa; Ao menos me deu argumentos pra criar, este Metapoema.