Frase de marcos vinicio dias
Dilema Vou falar num poema; Que veio ser meu problema; Uma dor num dilema; Uma razão num fonema; Um concluir numa cena! Pontos, nas vírgulas cansadas; Reticências, pra não precisar discutir; Exclamar, por um ‘Ai’ da amada; Perguntando, mil vezes pra não sucumbir! Dar voltas, pra saber o que não tem respostas; Inventar um ‘senão’, pra “pescar” um talvez; Reconhecer em parênteses e por linhas tortas; Só pra tê-la de novo, a confessar o que ele não fez! Enfatizar o que disse depois, ou como ela quiser; Reforçando desculpas, dizendo ser pela última vez; Não cansar em mostrar sua retidão, sua fé; Já nem sei se: pela 2ª ou 3ª..., afirmar o que ele não fez! Isso cansa deveras! Provar inocência; Se confessar um delito provado, já é complicado, Imaginem então afirmar que não teve ciência; Que não disse, nem fez, nada, nada de errado! Como cartada final a comprovar licitudes; Arrumar evidências com palavras confiáveis e sinceras; A dar sua razão na versão e na correlata atitude; Mostrando sua inocência pelo mal, que outro a fizera! Depois deste sofrer a versejar feito louco; A lição que aprendi, vai ficar como exemplo gravado; Para os que vierem a passar pelo mesmo sufoco; Lutarem sem desistir até chegar num culpado! Se bem no fim conseguir, esclarecer esta história difusa; Vou ficar mais tranqüilo, por resolver este triste dilema; Caso ainda se mostre desconfiada, indecisa e confusa; Ao menos me deu argumentos pra criar, este Metapoema.
No pensador.ai desde