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Frase de Nicola Vital

⁠Série Minicontos Amor maternal Em um dia de muita chuva e trovoada, sinhá coruja procurava atônita comida para os seus dois filhotes indefesos e expostos aos perigos da floresta De repente encontra o gavião faminto que também caçava seu próximo jantar. Mamãe coruja implora - Compadre, se encontrares meus filhinhos poupe-os! - Mas como vou identifica-los em meu a tantos bichos? - perguntou o gavião - quando encontrares as mais belas criaturas da floresta serão os meus filhinhos. E nunca mais sinhá coruja os encontrou.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.