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Frase de Salem Camilla

Ei, não se desespera, não. O tempo é rei e o amor é sábio. Ei, não chora, não. Cronometramos a vida e o tempo como um espiral. O tempo não para. Calma, não se culpa, não. Talvez ele também queira ser olhado com outros olhos, e talvez, estes olhos não sejam os seus. Não, não faz isso. Não arremessa os vasos na parede e nem nele. Isso não vai faze-lo te olhar. Não se culpe. Não existe crime e não há um acusado. Existe aceitação. Aceita, bonita. As vezes não é pra ser. Reciprocidade é tudo, e a dele tem um nome, um sorriso e um endereço que não é o seu. Não te quero ser rude, bonita. Mas, ver você matar o jardim dentro de ti, mata a cor do meu. Floresça, garota! Ele nunca prometeu ficar e agora que partiu, não prometeu voltar. As vezes a vida é como um aeroporto, onde a nossa unica certeza, ate a nossa ultima decolagem é que idas e vindas serão constantes. Seja a caixa preta de um avião. Registre só os momentos. Deixa ir. Você ainda vai ver muitos pousos e decolagens chegarem ate você, antes de você encontrar alguem que queira decolar contigo.

Salem Camilla

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Salem Camilla

‘’Sim, você é o amor da minha vida. Não duvide disso. Sim, você abala meu mundo, balança minhas pernas, bagunça tudo. Sim, eu coloco minha vida, e sempre coloquei-a, no bolso pra viver a tua –não que isso sempre tenha funcionado pra mim-.
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‘’Sim, você é o amor da minha vida. Não duvide disso. Sim, você abala meu mundo, balança minhas pernas, bagunça tudo. Sim, eu coloco minha vida, e sempre coloquei-a, no bolso pra viver a tua –não que isso sempre tenha funcionado pra mim-. Sim, eu lembro de cada ida e cada vinda. O primeiro beijo fez até a minh’alma ficar sem rumo. Sim, meu amor, você já me disse tantos ‘’sim’’. Você sim, sabe como fazer e sabe o que não fazer. Você sim, sabe do meu gosto, do meu desgosto e conhece à fundo cada gemido e sussurro meu. Sim, você foi a melhor coisa que já me ocorreu nesses meus poucos, mínimos anos de vida. Sim, você foi embora. E sim, você voltou. E sim, você foi embora de novo. E olha só, você voltou novamente. Sim, eu sempre pensei que tudo bem a ida, porque eu sempre soube, no mais fundo ou até mesmo no mais raso de mim, que a sua volta sempre chegaria. Mas cá estamos. Mas cá estou. E ai você tá. Como na maioria das vezes. Sim, você já me disse ‘’não’’. Já disse nãos. E de tanto eu te dizer ‘’sim’’, eu entendi que o ‘’não’’ também vem. O não também existe. E você me mostrou isso. Da forma cruel como veio. Das formas cruéis como foi. Mas pra existir o ‘’sim’’, em algum momento a gente disse não. E meu amor, agora estou te dizendo: Não! Não, não vem assim, de mansinho como se nada, nunca, tivesse acontecido. Não, não me olha assim e não me segura dessa forma... Me solta! Você me machuca com a forma que está me pegando e segurando. –metáforicamente e no modo figurado da coisa, se é que me entende, amor- Não, eu não vou mais fechar a porta toda noite. Ela vai ficar fechada o dia todo. Não, eu não vou mais tampar os olhos, pra não te ver. Não vou mais fechar as janelas e os ouvidos, pra não te ouvir. É. Sim, isso mesmo. Na verdade, é não. Você não soube me ter. Você não soube ficar. Você não soube tanta coisa, na mesma medida que soube de tantas. E agora, eu sei de uma: O meu não é seu, como em todos esses anos, o sim, foi.’’ Com amor, o seu nené...não.

Se nosso caso fosse geometria, minha nota seria zero. Não por você. Mas,
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Se nosso caso fosse geometria, minha nota seria zero. Não por você. Mas, Eu mal sei a linha do Equador, e agora que tenho que traçar a linha tênue entre o coração e a razão, a ponta do lápis quebra. Suja a folha. Bagunça tudo! E eu, que odeio bagunça... Começo tudo de novo. Na matemática você só me confunde. Os sinais mudam. Mas, meu bem, as ordens dos fatores não alteram o resultado. E nem 1 coração quebrado.

E nas emoções que você me causa, e na ansiedade que você me oferece sem aceitar devolução, as borboletas que alugaram o meu estômago por tempo indeterminado, perdem o rumo. Como se puxasse o meu tapete, me tirando as esperanças do amanhã, você me oferece o colo em um salto de pá…
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E nas emoções que você me causa, e na ansiedade que você me oferece sem aceitar devolução, as borboletas que alugaram o meu estômago por tempo indeterminado, perdem o rumo. Como se puxasse o meu tapete, me tirando as esperanças do amanhã, você me oferece o colo em um salto de pára-quedas. Eu deveria confiar meu coração à você? Embarquei nessa viagem. Na realidade, eu embarquei na tua viagem. Você sempre gostou de migrar e imigrar, não é? Eu só não imaginava que existiria essa opção quando lhe ofereci o meu lar. Peguei uma ou duas mudas de roupa e entrei no seu avião. Não havia um aviso que sua sina era o piloto automático. Mas, mesmo sabendo disso, a viagem é incrível! Você me oferece um elevador no estômago, mesmo quando as borboletas escapam, depois me abraça quando caímos em queda livre assistindo o chão se aproximar, e quando abro os olhos novamente, esperando a poeira e a grama amassada, me vejo seguindo as mãos nas suas costas enquanto o horizonte desaparece na nossa frente... Mas, olha amor, até que ponto é válido validar suas idas sem aviso e vindas sem hora marcada?