Frase de Tiago landeira
Salvador A música lá é uma oração popular. O coração acredita pra depois bater. O símbolo da crença já é o baiano.
No pensador.ai desde
Salvador A música lá é uma oração popular. O coração acredita pra depois bater. O símbolo da crença já é o baiano.
No pensador.ai desde
Logo sou Sentir tudo junto. Medo, pavor e o tempo de ser feliz. Logo, tão logo atrás do que esperava.
Logo sou Sentir tudo junto. Medo, pavor e o tempo de ser feliz. Logo, tão logo atrás do que esperava. Assim mesmo não ter percebido, A causa de o ente ego inflar à majestade de um deus. Quando meu corpo desconhece o seu senhor. Armadilha encontrada e trocas perpétuas. Gritos desconhecidos que chegam em direções. Longe de mim; minha vida que nunca será. Tão alta e distante que daqui nunca saberei também de nós.
Por dois Passar mil passos. Por espaços e ponto. Ponto de encontro distante. Marcado de reencontros.
Por dois Passar mil passos. Por espaços e ponto. Ponto de encontro distante. Marcado de reencontros. Perto de motivos carentes e outras propostas. Desejos egoístas de feitiços com varinha genuinamente humanos. Chegar. Acontecer. Esquecer. Risco no afeto oferecido. Querer parte e dar parte. Brincadeira e desacordo. Possibilidades em dois lados. Que troca, atribui, atrita. Que parte ceifando algo de energia. A idéia com luz que confunde agora, este instante.
Sem saber Não se sabe da tarde no dia cinzento, e sem precisar saber, pássaros gorjeiam em qualquer tarde.
Sem saber Não se sabe da tarde no dia cinzento, e sem precisar saber, pássaros gorjeiam em qualquer tarde. Sem precisar saber, a inteligência se inclina à devoção, mesmo quando em sonho, onde se é deus e vontade. Também sem saber, e sem precisar saber, me vejo no teu pensamento preto e branco. Sem precisar saber de tuas importâncias, sou na tua lembrança, o corpo da tua saudade. E sem saber, você é o que diz meu nome. Sem mesmo precisar saber, estou em você todo dia.
Quisera eu outra tarefa de casa pra completar os afazeres domésticos. Mas entro num túnel mesmo assim pra não ouvir o mundo. Recordo minhas cenas preferidas.
Quisera eu outra tarefa de casa pra completar os afazeres domésticos. Mas entro num túnel mesmo assim pra não ouvir o mundo. Recordo minhas cenas preferidas. Sou sem beijo e sem voar, mas sempre fumaça. Ou sou eu a partida do trem, ou sou a noite densa em névoa, ou só penso. Enquanto dirijo olho as mãos e as cabeças, e me vejo onde estou. De passagem entre assobios indiferentes. Partindo pra mais tempo. De mais tempo me aguardar. Até o fim quando no olho brilha a luz que chega.