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Frase de Luiz Célio de Souza

Registro de Voos Levados nos braços do ar foram-se a tranco e barranco será que se cansaram de estar em branco? Caíram no rio que os levou ao mar o sol os secou, novo vento os levou a voar e os papéis não são mais os mesmos Fartos de experiência real pois nessa aventura mundana chegaram a tocar na lama Seguem já não tão alvas nos braços do tempo as folhas sem palavras Levam em seu corpo de celulose registros de sua metamorfose fruto de experiências Sem letras, canetas e impressoras parecem pessoas sem lingua humana Sabemos que podem voar embora reconheçamos diferenças de papéis dos humanos Voam, levando ou levados cada um do seu jeito, na cabeça ou no vento e seus voos são registrados

Luiz Célio de Souza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A droga diz: _Voa (como uma barata)! Depois mata.
⁠O menino que não tinha borracha Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel. A professora, que tinha assistido aquela cena, falou:
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⁠O menino que não tinha borracha Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel. A professora, que tinha assistido aquela cena, falou: _Vou dar um presente pra quem me trouxer uma folha furada. _Que sorte! _ gritou o menino. E levou sua folha pra professora ver. _Você ganhou! Disse a professora. E adivinha qual era o prêmio? ...Uma borracha. Até hoje não se apaga de sua lembrança aquela borracha e seu maior presente: a professora.