Frase de Luiz Célio de Souza
A droga diz: _Voa (como uma barata)! Depois mata.
No pensador.ai desde
A droga diz: _Voa (como uma barata)! Depois mata.
No pensador.ai desde
Xícara tem cê agá no chá Francisco tem o cê agá no Chico... E o cisco tem o cê agá no olho que chora?
Xícara tem cê agá no chá Francisco tem o cê agá no Chico... E o cisco tem o cê agá no olho que chora? Ou foi o cê que agarrou a hora?
“Um pé até pode bater em outro pé E a bola pode bater em outra bola Mas quando é o pé que bate na bola
“Um pé até pode bater em outro pé E a bola pode bater em outra bola Mas quando é o pé que bate na bola Ou a bola que bate no pé Brilha um astro-rei No país do Futebol: Pelé.”
O menino que não tinha borracha Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel. A professora, que tinha assistido aquela cena, falou:
O menino que não tinha borracha Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel. A professora, que tinha assistido aquela cena, falou: _Vou dar um presente pra quem me trouxer uma folha furada. _Que sorte! _ gritou o menino. E levou sua folha pra professora ver. _Você ganhou! Disse a professora. E adivinha qual era o prêmio? ...Uma borracha. Até hoje não se apaga de sua lembrança aquela borracha e seu maior presente: a professora.
A Pedra da Rotina Botar mais liberdade na rotina Coloca-nos o rosto no presente
A Pedra da Rotina Botar mais liberdade na rotina Coloca-nos o rosto no presente nos faz mais sábios e inteligentes Liberta-nos dos olhos a menina Afasta o tédio que nos contamina Altera o ritmo não envolvente Motiva-nos sempre a olhar pra cima Sem tropeçar na pedra que há na frente Porque quando agimos sem pensar Podemos entrar em anestesia E mal acostumar nossa visão Mas tudo pode ter mais alegria Se mesmo ao repetir uma ação Mudarmos nosso modo de olhar