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Frase de Loren Vencce

O SUJEITO INDETERMINADO.. Há tantos que procuram O sujeito indeterminado Um sujeito descabido Pelas matas fugidio Pusilânime escorregadio Um sujeito que diz por medo Mas põe medo em dizer Nem existe esse sujeito Irão aos videntes recorrer Um sujeito deslocado Descolado e mal-amado Popularesco e moroso Que demora a responder Irão esperar o sujeito Que se ocultou pro predicado Na frase fez-se mal-educado Sumiu e não voltou Não voltou porque nunca veio O sujeito indeterminado É Sujeito Inexistente! - Loren Vencce

Loren Vencce

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Pensador.com

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Mas no fim do seu discurso eu comi aquele bombom com gosto e disse que nós mulheres não perdemos nosso valor quando engordamos, quando emagrecemos, quando erramos, quando somos estupradas, quando fotos íntimas são vazadas, quando usamos roupa longa ou minissaia, quando choramos o…
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Mas no fim do seu discurso eu comi aquele bombom com gosto e disse que nós mulheres não perdemos nosso valor quando engordamos, quando emagrecemos, quando erramos, quando somos estupradas, quando fotos íntimas são vazadas, quando usamos roupa longa ou minissaia, quando choramos ou sorrimos de mais. Não perdemos nosso valor nunca! (MADALENA)

A LINGUAGEM DO AMOR Que o amor seja doloso e não venal Que a musica embale a dançaria cabal
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A LINGUAGEM DO AMOR Que o amor seja doloso e não venal Que a musica embale a dançaria cabal Aumente paulatinamente o ritmo da valsa E vagarosamente vire tango frenético na graça Do olhar-flecha o qual atravessa o singelo som A gritaria dos motores lá fora não muda o tom Cortesia quando segura, aperta afofando e dura O tempo inteiro de um coma, segura, perdura... Volta quando a maior nota aguda recomeça. O ritmo esvoaçante, na melodia, ingressa O corpo manobra nas esquinas da música Cambaleia em pluma, na maior altura E cai em tesoura aberta, nos braços De quem já fez multifárias, esses passos Marcham no trote cavalo Marchador Firmam os passos sem mostrar qualquer dor O lastro do vestido sustenta o mármore de pernas O amor na música é, em suma, essa doce conversa Íntegros corpos e almas, hermeticamente, unidos Em uma uníssona nota, são de fora, confundidos Até quando desligarem, em incógnita, o som, Os acordes mentais repetirão o Pisom E multiplicará em afluentes herdeiros No vasto cristal de amor, o espelho De rios surgirá o Crescente Fértil As nuances do primeiro projétil. Num desequilíbrio de pernas Imprevisto na vontade eterna Corações voam às alturas Amor é tango, não luta.