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Frase de José Alberto Hernández Morais

Imaginemos duas cartas de um baralho inclinadas e apoiadas de tal forma que fiquem de pé. Na representação do desenho, em forma triangular poderíamos argumentar que a carta (A) exerce maior esforço, uma vez que a carta (B) simplesmente descarrega o seu peso sobre a outra. Imaginemos agora que estas duas cartas , em conflito , distanciam-se. Concluímos facilmente que ambas cairiam. É desta forma que devemos observar nossas relações sociais. Às vezes nos sentimos revoltados por acharmos que somos a carta (A) , e que estamos em constante trabalho, com esforço descomunal para manter a estrutura . Por falta de raciocínio e falsas conclusões , não atentamos que ,para segurar a carga do outro nos tornamos uma só peça , compartilhando o mesmo esforço e objetivo de manterem-se firmados. Para que isto seja possível, é imprescindível que haja o ponto de equilíbrio! Quando encontramos este ponto mágico, nos sentimos mais fortes e seguros , e consequentemente não questionamos a função do outro. “Estou de pé, e o meu propósito foi alcançado “. Quando temos a plena consciência das nossas capacidades e total respeito às competências do outro, não questionamos suas conquistas( que podem até ser maiores). Mas antes de tudo, observamos a nós mesmos...o que éramos, o que somos , e o que poderemos ser. A verdadeira união nos fortalece. Trabalhar com o mesmo objetivo, respeitando o potencial e a honesta conquista do outro é o grande segredo do sucesso. Absolutamente, qualquer ser que tenta agir de forma isolada está fadado ao fracasso. Reconhecer que preciso do outro é sinal de humildade. Saber que minhas falhas serão prejudiciais a todos , é sinal de compromisso. Sempre recordar o que éramos quando caídos, é sinal de gratidão. Assim fecha-se o ciclo da vida ao voltarmos novamente à humildade!

José Alberto Hernández Morais

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de José Alberto Hernández Morais

Agora é pra valer Adeus . O beijo. O instante preciso da despedida . A última vez de todas as coisas.O último abraço. O último olhar. Os pés descalços, nossos corpos nus.O último momento de tudo que nos representa. O amor na sua forma mais pura , sem amarras e conceitos. O amor…
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Agora é pra valer Adeus . O beijo. O instante preciso da despedida . A última vez de todas as coisas.O último abraço. O último olhar. Os pés descalços, nossos corpos nus.O último momento de tudo que nos representa. O amor na sua forma mais pura , sem amarras e conceitos. O amor ,amor, amor . Amar, amar , amar e amar. Sem corpos e fluídos. Sem tempo ,sem culpa.O amor, verbo , criador . Sem pele , sem carne , sem ossos que definham . Eterno. A mais pura forma. Livre de toda matéria que aprisiona, e carece de cuidados . No amor eterno , a distância de uma vida inteira, é como cada manhã que se aproxima . 10 anos 20 anos 30 anos .. .40 ,50,... talvez ... Os mesmos raios de luz, não despertem na mesma manhã . Em algum momento as almas se entrelaçam novamente , e as memórias se apagam . Não há mais passado, não há mais presente e o futuro é para sempre. Não há como separar a mesma essência. O verdadeiro amor não é par. Somos um. E por este caminho solitário, inutilmente tentou-se dividir: o amor.

Às vezes a caridade é apenas um instrumento ilusório de remissão.Um escambo.Cessam as serventias, perdem-se os valores! No "Crime do Professor de Matemática" Clarice Lispector resume com perfeição: "Como alguém dá uma esmola para enfim poder comer o bolo por causa do qual o outr…
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Às vezes a caridade é apenas um instrumento ilusório de remissão.Um escambo.Cessam as serventias, perdem-se os valores! No "Crime do Professor de Matemática" Clarice Lispector resume com perfeição: "Como alguém dá uma esmola para enfim poder comer o bolo por causa do qual o outro não comeu o pão."