Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
SONETO DA RAZÃO Na prepotência do querer ser altivo Que arde na desavença em chama E queima no ódio que não se ama Acinzentando num desafeto cativo É um tal sentimento insano, adjetivo Que então contamina a alma na lama Do egoísmo, que o zelo nunca clama O acolher nos abraços, e ser passivo Que devoto tanto, esse, que flama A injustiça, num arbítrio explosivo Tiranizando o viver em um drama Onde há razão no ato opressivo? Quando o Verbo, oferta proclama: - Amar com amor para estar vivo! © Luciano Spagnol poeta do cerrado Março de 2017 Cerrado goiano
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde