Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
SONETO DO SILÊNCIO Ah soneto! Porque do silêncio és um desvario distendendo as noites cá pros lados do cerrado dando ao poema o poder dum suspiro sombrio quieto, maniatado, num ostracismo perturbado Se a ausência e inação me provocam arrepio o vento um chiado frio, impassível e agitado se nada do que inspiro a efeito vale, é vazio então, que eu não fale, sinta, e fique calado! E, assim, nestes meus sentimentos impuros sem perfeição, e no coração tão inseguros tal uma prece, que oferece, pra atingir-te-á Faço súplica, compadecido de fé e de fervor ó solidão, vai-te, assim, de partida com a dor e a paz voltará e sobre mim de novo descerá... (o amor!) © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 19 de setembro, 2021 – Araguari, MG
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde