Frase de André Zanarella
BANALIDADES DO AMOR Letras soltas formando uma promessa, PSVCTA é assim que o amor começa. Um apelido sussurrado em meu ouvido, E meu gemido que até parece um rugido. Tesouros que para muitos são sem valor, Que para mim prova o seu grande amor. Coração recortado da vermelha cartolina, Encontros marcados em uma esquina. A primeira vez em um restaurante japonês, Eu tão perdido que me sentia um camponês No primeiro encontro eu dei cravinas, Que ela iria seca-las como fazem as meninas. Abri a porta de meu carro velho para ela, E minha alma se abriu como uma janela. Hoje continuo amando-a de maneira extrema Será que essas banalidades cabem num poema? O amor é algo que nasceu com a humanidade, Tão comum que é uma mera banalidade. Que ao lado da pessoa amada é uma raridade É diamante, é joia, é a maior preciosidade. PSVCTA...
No pensador.ai desde