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Frase de Nicola Vital

⁠SUPLICANTE: Por ocasião de minha morte, Tão breve quanto a tua Não me agracies compaixão, Melancolia ou pesar Pois que em vida me odiaste, Meu coração molestasse Por que agora caminhas Nesse insólito séquito? Não! Não me indulte funeral, Cortejo ou adoração Deixeis que meus entes Se encarreguem do fato Com pouca indumentária E que apenas consigne A identidade na lapide Sem muita adornação.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.