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Frase de Marques Bueno

“Esquecimento...” Vou te dar um caminho se pegar minha mão. Não peço muito, não quero abraço, não quero carinho, afeto se for um pouquinho, o que quero apenas é você do meu lado sorrindo. Não te darei o céu e muito menos todas as riquezas do mundo, não te darei jóias caras, o meu mundo não é demais, o que quero é você sempre vindo. Não quero ser um poeta póstumo, não preciso disto do mundo, não quero cruzar com minha mente deturpada, não foi assim meu pedido. Não resisti ao seu sorriso de menina, meu juízo ora vago, entregou-se de fato ao insensato, mas belo retrato, talhado na pedra marcante de meu dia a dia. Não sou um amante perfeito, sou trapaceiro, tolo, palhaço, homem encarnado em um corpo doentio, dado as fraquezas humanas, incertezas insanas, fracassos bacanas; apenas um homem perdido. Não procuro a chuva lá fora, não preciso do sol escondido, não quero algazarra irrisória, nem um mergulho em um lago vazio. Não quero seu perfume indo embora, não quero a folha verde a toa caindo. Não sei ao certo o que consome, não sei mais ser um vencedor, não preciso mais de um pedido em seu nome, não preciso de um apelido tal qual perdedor. As palavras citadas não são primaveras arranhadas, nem a liberdade esperada, tampouco a tarde acabada, nem sei o que esperar destas palavras findadas. As promessas chegaram; as mentiras também, um orvalho abafado, aquele perfume de jasmim. Um jardim abre-te os braços, não tenha medo entre descalço, alguém espera há muito tempo sentado pelo abraço esquecido.

Marques Bueno

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marques Bueno

“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante.
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“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante. O telefone não toca, os pássaros sequer ciscam em nosso jardim, o tempo parece uma afiada navalha, rasgando impiedosamente, minha saudade insolente. Os passatempos não me valem de nada, fechar os olhos além de doloroso, faz com que a distância engrandeça novamente. Agora as tardes são insignificantes, o sol escaldante não aquece um corpo ausente, o café se tornou amargo, a comida insuficiente. Volta logo, assim posso abrilhantar o sol divinamente.

“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vi…
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“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vivo atrelado a esta estúpida ilusão. Simples caminho coberto de escuridão, aliás, é um belo abrigo, só a morte é fiel companheira, toda vida é aventureira; apesar de tudo, sua propriedade não se pode ter. Vertigens nas cicatrizes alheias a nas almas que pediram socorro, estado pútrido daquela vida carente, brincadeira inocente que nunca sai da mente, trazendo pura inação.

“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... p…
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“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... pois sou pecador inocente. A cama vazia, o perfume da última noite, as gargalhadas, os abraços, aquela vida encantada... o destino mata muito além da alma,sonhos,ilusões,bem que gostaria. As cartas esparramadas pela mesa, o anel em que seu dedo brilhava; agora apenas papel e lataria... inegavelmente o amor foi maior,reluzia. Uma simples jornada era o que queria, mas a vida possui suas trapaças, nada que amedronte, apenas destrói o que mais se almejava... um amor puro que nunca se esquecia.