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Frase de Nicola Vital

⁠⁠LUSCINIA Sob o sol ainda brando da aurora A sutileza dos ventos pacífica sua cópula sobre a copa das árvores em bulicio. Tinhosa, a clorofila põe -se em rosa pros acordes dedilhar. Seu canto magestoso me embala a versejar. Prefiro a lira do seu canto A copla de seus versos Suas rimas seu trovar. O mais celebre dos poetas Se fazia destoar.

Nicola Vital

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Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.