Frase de Poeta Dolandmay
ÚLTIMO PRANTO Acaso torto! Hás d’eu, portanto, cumprir Por esta vida de prantos e de amor: Existência qual foi traçado o meu porvir, E glória, qual me foi vista ao esplendor... O firmamento, que me figura em exaurir A maldição, o engano sedutor Que me avaria, em promessas, induzir A alma em displicência ao meu fulgor... O qual me invoca em ilusão ao pecado, Que sem razão, me complexa ao mundo, Que sem esperança me intui elevado... E consumado eu me vejo ao sol disposto, A vencer todo chão de ardor profundo, Que de triunfos, eu me vejo sorrir o rosto...
No pensador.ai desde