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Frase de Adailson Pereira Sales

Poema- teu corpo, meu destino Te quero agora, sem relógio, sem tempo, sem medo, sem dúvida, sem freio... Te quero inteira, quente e entregue, como o sol deseja o mar ao fim do dia. Teus lábios são fogo que acende meu peito, teu cheiro, meu vício, minha perdição. Teu gemido é música que guia meus passos, e teu corpo... a estrada onde me perco sem volta. Cada curva tua é um segredo que desvendo, com a ponta dos dedos, com a sede da boca, e a cada suspiro que roubo de ti, mais eu sei... és meu tudo, minha louca. Me deixa te amar sem medidas, sem pressa, faz de mim tua casa, abrigo, teu céu, te quero em suspiros, gritos e sussurros, teu corpo no meu, um poema cruel. Cruel porque nos devoramos, porque não há amanhã, só agora, porque cada toque é fogo na pele, e cada beijo é promessa que implora. Te amar não é escolha, é destino, é desejo que me queima sem fim. E se o amor tem nome, tem rosto, tem pele... ele mora em ti. Te quero sem pressa, sem medo, sem fim, como se amar-te fosse a única verdade em mim. Teu corpo é poesia escrita nos traços do tempo, um mistério que meus dedos desvendam, uma estrada onde meu coração caminha e nunca deseja voltar. Teu cheiro é brisa que embriaga meus sentidos, teus lábios, doces como o mel mais puro, tua pele, um santuário que minha alma busca, onde cada toque é prece, e cada beijo, cura. Quero perder-me no brilho dos teus olhos, encontrar refúgio no calor dos teus abraços, escutar tua voz baixinho, bem perto, sussurrando meu nome como um segredo sagrado. Não és apenas desejo… és encanto, és ternura, és febre, és paz. És tudo o que um homem pode sonhar, tudo o que o amor pode ser. E se ainda duvidas do que sinto, fecha os olhos e sente meu toque, pois nele, encontrarás tua resposta… sou teu, sou teu… e sempre serei.

Adailson Pereira Sales

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Pensador.com

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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção,
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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção, És o sol que aquece meu coração. Teu toque é brisa leve, suave e calma, És a chama que incendeia minha alma, Nos teus braços encontro minha palma, Teu amor é o porto que me acalma. Nos versos do destino, escrevemos a dança, Cada palavra, um passo em nossa esperança, Teus lábios são o vinho, doce lembrança, És o sonho vivido, eterna criança. Teu amor é o mar, profundo e sem fim, Navego em tuas águas, me perco assim, És o tempo e o espaço, começo e fim, Contigo, amor, meu mundo é um jardim. Se sou a lua, és meu céu estrelado, Um amor que é poema, eterno legado, Nosso laço é forte, jamais quebrado, És meu tudo, meu tudo amado. ⁠

poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade;
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poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade; havia em tua presença uma aura dulcífera que adoçava até o silêncio ao redor. Tua garridice aureolada reluzia com tão rara graça que intuí, sem resistência, que meu espírito se pendoaria ao teu encanto — pois algumas belezas não se explicam: apenas se sentem. Em teu ser fulgura uma agalma celeste, uma formosura tão sutil que o horizonte reconhece; teus gestos derramam suavência e magnopulcritude, como se o próprio tempo inclinasse sua serenidade para contemplar-te. És minha auriflâmula, meu farol de celsitude, a límpida presença que exala benquerença e virtuluz; teu olhar possui o dom da inefância, e tua voz carrega a doçura da mais pura dulcídia. No toque que me ofertaste, sinto a eternância florescer, broto de luz que nenhuma noite consegue desvanecer. Em tua alma habita uma miraluz infinda, claridade que repousa em mim com brandura antiga e inesgotável. És magnolímpida, és pleniáurea, és serenídea; cada passo teu deixa um rastro de auridez, e cada palavra tua reacende o lume da minha humanidade mais profunda. Se o amor possui um templo, teu nome é o seu altar. Pois em ti encontro altiplácida candura, delicadeza que enleva, acalma, eleva. E assim declaro, diante da vida e do firmamento: que meu coração te escolhe em perpetuidade, que cada aurora será tua, que cada suspiro será de lealdade ardente. Que este poema seja nosso hino, ecoando em votos, enlaces e promessas: pois amar-te é minha glória sereníssima, e caminhar contigo é minha mais alta e eterna beleza.

Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura.
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Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura. Faz meiguices que adoçam a alma, mas partiu para um lugar onde a aragem canta sobre os campos silenciosos.