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Frase de Nicola Vital

⁠⁠⁠⁠POEMINHA PARA O PEDRO Pedro toda vez que vem aqui Pede, pra belinha visitar Insiste que eu vá com ele No curral do seu Matias Pra ver se a bela estar. Às vezes, até resisto. Noutras permito vá Ele caminha e corre. E ao ver sua vaquinha Alegria em seu olhar. Ontem não pude ver Sorriso em seu rostinho A bichinha não estava Nem saiu para pastar - Vovô, ela foi pra floresta! - Vamos ver se estar lá? - Não, Pedro, ela se tornou adulta. E dos filhos foi cuidar! - Vovô, eu não quero mais crescer. Ora, por que? Pra não ter que lhe deixar Agora sem a belinha Tenho Britney, John e Nutela E deles eu vou cuidar.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.