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Frase de valdenir de lima oliveira

Ditadura Eu fiquei preso na sua ditadura Que na terra insistiu em voltar Arrancando os olhos de qualquer criatura Que a boca insistisse em falar, Como se não houvesse ternura E nunca aprendesse a amar, Agora eu sobrevivo com a minha loucura E já não dar mais pra alguém me calar Eu não vejo mais flores no campo Nem gente cantando alegre nos bares, Na boca agora tem um grampo Calando a voz desses rapazes, Mas a minha voz não se cala Enquanto nesse mundo Ainda houver cartazes, Onde possa colar Calando a boca de quem me atrasa Eu vou subir a rampa do morro E olhar na cara desses capatazes, Que apesar de tudo querem me esfolar vivo, Como se eu tivesse medo E fosse cair no choro Eu não vejo mais você Do mesmo jeito que eu via antes Você atrasou o meu viver Nessa terra de gigantes Me obrigou a querer morrer Com a sua tromba de elefante Quis lutar e aparecer Agora engula os seus desplante.

valdenir de lima oliveira

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Pensador.com

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Outras frases de valdenir de lima oliveira

Afeição É começo de amor É novo dia chegando,
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Afeição É começo de amor É novo dia chegando, É mais um no corredor Se apaixonando, Eu vejo ventar E venho jantar, A noite padece E carece de amar Eu abro a janela E assisto a novela, Pois a vida lá fora Ela é sempre mais bela.

A Água Bela,singela Assim ela revela
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A Água Bela,singela Assim ela revela Vida,alegria Manto e fantasia Cor,maresia Sonho e ventania É a gota da vida pingando É a rota vivida findando É a ponte perdida voltando E o passo seguinte buscando É tudo que não pode faltar É fonte que não pode secar.

Madrigal Escute essa manhã Olhe bem esse sol
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Madrigal Escute essa manhã Olhe bem esse sol Tenha toda a manha Com essa luz no chão Beba esse vinho E coma esse pão Abrace esse tempo E tudo o que há Por dentro Com essa paz, Essa glória e Esse vento Deite,role e amoleça Até que a noite apareça E te traga mil estrelas Que te afaga e adormeça.

Avenida Brasil Foi na avenida Brasil Que a história se deu,
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Avenida Brasil Foi na avenida Brasil Que a história se deu, O mundo vinha de longe Chegou ali e cresceu Tem gente de toda maneira, Tem carro em toda ladeira, Tem gringo e tem correnteza Tem bingo e muita tristeza É um choro, Um abraço, Um adeus É a lacuna e você outra vez É vida,ilusão Se perdendo na pista É fator em ação Interrompendo conquistas É uma gente com pressa Sem promessa de paz, É uma gente incapaz De um gesto de calma Sem trégua e sem alma Já entregue ao acaso Nesse árdego caos Onde a fúria é capaz Com essa força bruta Há habitar sem paz.