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Frase de Fernando Luiz de Souza Silva

Sem inspiração Passei horas, perdi tempo tentando escrever coisas significantes. Algo que toque fundo os corações daqueles que não sabem de mim e surpreenda aqueles que me conhecem. Mas nada sai, não consigo fazer com que a mão obedeça as ordens geradas pelo cérebro. Já rasguei papéis, rabisquei palavras mudei a posição das frases. E nada. O início virou meio, o fim virou o início e o meio quase virou o fim. Mas nunca chega o tal ponto final. Confundi-me todo, perdi o sentido do que estava escrevendo. Então parei um momento... Guardei o papel e a caneta. Talvez amanhã, eu consiga alguma inspiração para continuar escrevendo o que nem comecei.

Fernando Luiz de Souza Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Sentado à beira-mar Sentado à beira-mar, Com o corpo levemente curvado
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Sentado à beira-mar Sentado à beira-mar, Com o corpo levemente curvado Braços apoiados em suas pernas Com o livro da vida nas mãos Olhar perdido por trás das lentes Alheio ao vai e vem dos pedestres Que vez ou outra param para fitá-lo. Sentado à beira-mar, Alheio ao vai e vem das ondas em sua retaguarda, A aurora e o arrebol, A noite enluarada acendendo as estrelas, O orvalho e a chuva, A brisa suave e a ventania. Sentado à beira-mar, Inerte, dia após dia, integrado ao seu silêncio Divagando em sua própria quietude Sem preocupação com o tempo Seu tempo agora é eterno. E agora Carlos? Que não há mais pedra em teu caminho... Drummond e agora? E agora que você se foi Poesia não escreve mais... Carlos... E agora? E agora você? (homenagem póstuma ao grande poeta Carlos Drummond de Andrade)

O entardecer Cai a tarde, sinto a brisa suave
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O entardecer Cai a tarde, sinto a brisa suave que emana dela. Acompanho com o olhar atento, O balé ingênuo das borboletas sobrevoando as flores no jardim. Distraio-me, ouvindo a orquestra dos pássaros no alto das palmeiras ao meu redor. Sentado na areia, contemplo o mar apagando o sol lentamente no horizonte e o céu acendendo as estrelas azuis iluminadas pela lua cheia.

Mundo sofrido Quase jaz... O mundo está por um fio. Sendo destruído por bombas de intolerância, minas de covardia,
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Mundo sofrido Quase jaz... O mundo está por um fio. Sendo destruído por bombas de intolerância, minas de covardia, mísseis anti – amor, tiros de discórdia e outras desgraças produzidas pelo homem. Agonizando... Continua girando, girando Esperando ansioso pelo retorno da pomba da paz.