Frase de Ricardo Maria Louro
Portugal: o Mito e o Destino - E a cruz ao alto erguida, lá, onde a terra acaba e o mar começa, desperta em mim a memória das naus ... Essa longinqua quimera, saudosa Epopeia, Sonho mais alto! O nosso Sonho! Escalda-me então o sangue nas veias, bate-me o coração a compasso desmedido, minha'Alma levanta voo, parte em direcção ao infinito ... Busca outro chão, outros Povos, outras Raças, outro Deus! Mas não vejo a Cruz! Os barcos perderam-na! E as quilhas?! Onde?!! Perdeu-se também o sonho, desfez-se também o Mito, sepultaram-se Poetas e visionários ... E a Alma Portuguesa recolheu! Onde?! Onde?! E Eu?! Que farei agora Eu sem Deus?! ... (No cabo da Roca) As velas sem cruz são a modernidade. O discurso político deixa de ser religioso (sem cristo e sem cruz) e passa a ser económico a partir da Guerra dos Trinta Anos - a partir da Paz de Vestefália ... A confusão entre economia e política fez com que todas as guerras, depois de 1648, tenham sido económicas. Esta, a do século XXI, é isso mesmo: uma guerra económica e monetária. E só deixaremos este ciclo quando separarmos a política da economia. Ou seja, voltarmos a Cristo! Um Embaixador para a Economia da Alma... (Analise de um amigo Economista)
No pensador.ai desde