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Frase de Maria da Penha Boina

O estado da arte da ignorância e o poder Eu bem sei que você não tem nada de bom Esse é o seu carma Não tem beleza Além disso, teve a má sorte de ser pouco dotado por pouco seria eunuco Anda encurvado denotando a preguiça Não tem dinheiro nem estudo analfabeto funcional É fraco e necessita de estar acompanhado para desfrutar dos haveres alheios Até tenta manipular, mas é facilmente manipulável só faz o que os outros mandam Camufla-se de penas macias mas a alma é de felino Reina no seu âmago a acusação O seu umbigo é o centro da galáxia O seu 'machismo' a sua desgraça O seu inimigo é quem te estende a mão Você é o bobo da corte companhia à diversão Sua mais forte característica é a usabilidade lenço descartável papel higiênico feito de material reciclável Suas crenças, valores, mitos e ritos são históricos, do mais remoto passado Você até que consegue algum espaço na corte é o tipo necessário aos donos do poder A sua alcateia é das hienas para limpar o que se deixa apodrecer Alimentado, solta risadas de consideração Inevitavelmente substituível, esse é o seu sofrer Revoltado por perder as migalhas pega o seu martelo e ameaça todos acima de você Tem desejo de vingança, quer matar e quer morrer Arremessa a esmo as suas armas cai exausto, não atinge nada só tumultua a ordem do poder cai na jaula, fica um tempo e se acalma espera a sorte lhe sorver Eis que acontece o acaso volta a dançar conforme o embalo assim vai levando a vida sempre ausente mesmo no estado presente E eu solto o meu grito - Ignorante!!! necessitamos de gente como você.

Maria da Penha Boina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas
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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.