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Frase de Elaine Cristina

Duas Estranhas Ao contrário do que parece e do que deveria ser Essas duas contradizem todas as normas do viver Não que não se amem, mas... Em seus olhares vejo o ar de repugnação Não se entendem eu sei, mas pq tanta condenação? Uma está tão cega, diz leis que não se aplica Ajuda à tantas pessoas e não sabe o que se passa com sua própria filha A outra carrega em sobre si toda dor e amargura Apenas por ter errado e ser tão imcompreendida Existe sim uma solidariedade e um certo respeito Mas nada que se compare ao amor correto e sim ao desespero Deviam sim serem unidas e amigas Mas como juntar aquelas pobres vidas? Em um ato errôneo se separaram Desuniram-se o carinho, o afeto, os laços É muito triste esta história relatar Porque nesta família já não reina um lar Posso sentir em seus corações o gosto amargo do fel Percebe-se que vivem entre o inferno e o céu Quisiera eu que todo rancor se desfizesse E que uma à outra, uma chance desse Para que curassem as feridas E à viver voltassem, mas desta vez...unidas.

Elaine Cristina

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Pensador.com

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A Bala E de repente, lágrimas dos meus olhos caem Posso ouvir tão nítido Aquela bala atravessar seu corpo Posso sentir tão doído, Meu coração pedindo socorro E aquele som abafado em meus ouvidos ecoa, Todo ardor da amargura da notícia Aquela imagem que tanto me magoa Ao perceber um cheiro estranho, enferrujado Não são mais lágrimas que brotam E sim o seu sangue desalmado E quando tudo se fez verdade... desacreditei Ao notar aquela realidade me desliguei Impossível aceitar tão grande perda Não posso entender, minha alma rejeita Como pode uma bala tão pequena, causar tanta dor? Não foi apenas um corpo caído, uma alma levada É muito mais que isso Foram corpos, sentimentos, almas Hoje... não existe mais nada

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Simples Mortal E todos os dias, do desespero me livro E quando a noite chega, à esse desespero me entrego Num misto de loucura e sanidade, Entre a ilusão e a realidade Encontro devaneios que me remetem aos mais estranhos desejos Encontro pensamentos que me cercam dos mais corretos tormentos E assim, prosseguem os meus dias, meses e anos As minhas noites, tristezas e encantos O meu vegetar, o meu viver E da claridade à escuridão, sou a sombra Que ilumina o meu, o seu e o nosso Ser

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A Procura Um sentimento terno, um afeto Um carinho, um amigo Algo que pudesse transformar lágrimas...em sorrisos. Desejo eu, simples mortal Um olhar, um toque Apenas um sentimento que não fosse carnal. Entre tantas propostas Posso ganhar coisas valiosas, mas não são o que preciso E a pergunta permanece, porque é tão difícil? As pessoas olham o que veêm E o que veêm, não enxergam Correm durante toda a vida e nada ganham Adoram coisas que podem perder E perdem coisas que deveriam Adorar Quando esta ignorância irá acabar? Minhas preciosidades são diferentes Não se compram, não se pedem Busco algo...quase impossível de encontrar Carinho, abraço, atenção? Sentimentos que estão em extinção. Em um universo deste porte, me nego à falar Em meio a tantas almas, temo não encontrar E o desespero fica no ouvido a buzinar. Neste longo caminhar, sinto minha fraqueza Esta sede que não cessa...uma fome intensa Será que você irá fornecer o que minha alma almeja?