Frase de Elaine Cristina
"E de tanta sobriedade, me tornei louca"
No pensador.ai desde
"E de tanta sobriedade, me tornei louca"
No pensador.ai desde
A Bala E de repente, lágrimas dos meus olhos caem Posso ouvir tão nítido
A Bala E de repente, lágrimas dos meus olhos caem Posso ouvir tão nítido Aquela bala atravessar seu corpo Posso sentir tão doído, Meu coração pedindo socorro E aquele som abafado em meus ouvidos ecoa, Todo ardor da amargura da notícia Aquela imagem que tanto me magoa Ao perceber um cheiro estranho, enferrujado Não são mais lágrimas que brotam E sim o seu sangue desalmado E quando tudo se fez verdade... desacreditei Ao notar aquela realidade me desliguei Impossível aceitar tão grande perda Não posso entender, minha alma rejeita Como pode uma bala tão pequena, causar tanta dor? Não foi apenas um corpo caído, uma alma levada É muito mais que isso Foram corpos, sentimentos, almas Hoje... não existe mais nada
Simples Mortal E todos os dias, do desespero me livro E quando a noite chega, à esse desespero me entrego
Simples Mortal E todos os dias, do desespero me livro E quando a noite chega, à esse desespero me entrego Num misto de loucura e sanidade, Entre a ilusão e a realidade Encontro devaneios que me remetem aos mais estranhos desejos Encontro pensamentos que me cercam dos mais corretos tormentos E assim, prosseguem os meus dias, meses e anos As minhas noites, tristezas e encantos O meu vegetar, o meu viver E da claridade à escuridão, sou a sombra Que ilumina o meu, o seu e o nosso Ser
A Procura Um sentimento terno, um afeto Um carinho, um amigo
A Procura Um sentimento terno, um afeto Um carinho, um amigo Algo que pudesse transformar lágrimas...em sorrisos. Desejo eu, simples mortal Um olhar, um toque Apenas um sentimento que não fosse carnal. Entre tantas propostas Posso ganhar coisas valiosas, mas não são o que preciso E a pergunta permanece, porque é tão difícil? As pessoas olham o que veêm E o que veêm, não enxergam Correm durante toda a vida e nada ganham Adoram coisas que podem perder E perdem coisas que deveriam Adorar Quando esta ignorância irá acabar? Minhas preciosidades são diferentes Não se compram, não se pedem Busco algo...quase impossível de encontrar Carinho, abraço, atenção? Sentimentos que estão em extinção. Em um universo deste porte, me nego à falar Em meio a tantas almas, temo não encontrar E o desespero fica no ouvido a buzinar. Neste longo caminhar, sinto minha fraqueza Esta sede que não cessa...uma fome intensa Será que você irá fornecer o que minha alma almeja?
Realidade ou Devaneio? E nesta claridade a escuridão permanece Tão clara, intensa, enraizada
Realidade ou Devaneio? E nesta claridade a escuridão permanece Tão clara, intensa, enraizada Algo impossível de se conter Assim como as nuvens são para o céu Os sentimentos são para a alma Desta forma os corpos a mantém Nossas mentes racionais, Delegam nossos comportamentos insanos E calorosamente nossos sonhos emergem todo o poder Todo conteúdo que nos foi dado ou tirado Podendo ou não ter sido vivenciado Abrange um status tão intenso, tão energizado Que o pensar questiona E nossa alma suplica A cada ato finalizado A razão deseja, mas não explica Tudo o que nos foi transpassado Em nossa pele, agora, habita. E a causa ou consequência destas ações De razões...são desprovidas Mas na lembrança prevalecerá Mesmo que em minutos, seja esquecida.