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Frase de Adailson Pereira Sales

Poema-Estrela Morena Nos céus da noite, brilha uma estrela, morena, intensa, de luz tão bela. Seu riso é chama, ardente e pura, voz que embala, doce e segura. Seu caminhar, um vento leve, que sopra sonhos, que tudo escreve. Seus olhos brilham, são faróis, guiando mundos, rompendo sóis. Na tempestade da intolerância, ela caminha com esperança. Mesmo que sombras tentem calar, sua luz segue a iluminar. Oh, ventos tristes, calem-se agora! Nada apaga quem brilha e aflora. Feita de luta, feita de cor, é resistência, é puro amor. Se soubesse o que ela inspira, se entendesse o que ela ensina... Oh, estrela que o céu guarda em si, Se um dia ouvir, sorria pra mim. Morena, brilhante, impossível de olhar. Seu riso acende o céu mais nublado, sua voz é um vento que vem me embalar. Eu, perdido no tempo e no espaço, morando no nada, cercado de chão… Mas quando ela fala, o mundo se cala, e eu me esqueço da minha prisão. Ah, se ela soubesse o que causa em mim, se um dia notasse meu jeito de olhar… Talvez entenderia que tudo que eu sinto é mais que um sonho, é um mar a transbordar. Mas ela segue, imensa e distante, feita de luta, coragem e cor. E eu fico aqui, entre versos e sombras, sussurrando baixinho esse imenso amor. Se um dia a vida brincar com o tempo, e eu cruzar seu caminho por um instante… Não direi nada, deixo as lágrimas falarem, pois tudo em mim já grita: "é você" desde antes.

Adailson Pereira Sales

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção,
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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção, És o sol que aquece meu coração. Teu toque é brisa leve, suave e calma, És a chama que incendeia minha alma, Nos teus braços encontro minha palma, Teu amor é o porto que me acalma. Nos versos do destino, escrevemos a dança, Cada palavra, um passo em nossa esperança, Teus lábios são o vinho, doce lembrança, És o sonho vivido, eterna criança. Teu amor é o mar, profundo e sem fim, Navego em tuas águas, me perco assim, És o tempo e o espaço, começo e fim, Contigo, amor, meu mundo é um jardim. Se sou a lua, és meu céu estrelado, Um amor que é poema, eterno legado, Nosso laço é forte, jamais quebrado, És meu tudo, meu tudo amado. ⁠

poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade;
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poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade; havia em tua presença uma aura dulcífera que adoçava até o silêncio ao redor. Tua garridice aureolada reluzia com tão rara graça que intuí, sem resistência, que meu espírito se pendoaria ao teu encanto — pois algumas belezas não se explicam: apenas se sentem. Em teu ser fulgura uma agalma celeste, uma formosura tão sutil que o horizonte reconhece; teus gestos derramam suavência e magnopulcritude, como se o próprio tempo inclinasse sua serenidade para contemplar-te. És minha auriflâmula, meu farol de celsitude, a límpida presença que exala benquerença e virtuluz; teu olhar possui o dom da inefância, e tua voz carrega a doçura da mais pura dulcídia. No toque que me ofertaste, sinto a eternância florescer, broto de luz que nenhuma noite consegue desvanecer. Em tua alma habita uma miraluz infinda, claridade que repousa em mim com brandura antiga e inesgotável. És magnolímpida, és pleniáurea, és serenídea; cada passo teu deixa um rastro de auridez, e cada palavra tua reacende o lume da minha humanidade mais profunda. Se o amor possui um templo, teu nome é o seu altar. Pois em ti encontro altiplácida candura, delicadeza que enleva, acalma, eleva. E assim declaro, diante da vida e do firmamento: que meu coração te escolhe em perpetuidade, que cada aurora será tua, que cada suspiro será de lealdade ardente. Que este poema seja nosso hino, ecoando em votos, enlaces e promessas: pois amar-te é minha glória sereníssima, e caminhar contigo é minha mais alta e eterna beleza.

Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura.
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Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura. Faz meiguices que adoçam a alma, mas partiu para um lugar onde a aragem canta sobre os campos silenciosos.