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Frase de Nicola Vital

⁠Ao pé da letra Sob a mesa estava o radinho sem pernas E sobre ele havia uma única espiga de milho E ela à espreita sentadinha no braço do sofá, Quando, o pé da mesa atingiu a bola do olho. Que não satisfeito, arrancou os cabelos do milho que voou para o céu de sua boca. A bichinha ficou com as maçãs do rosto rosadas E foi parar no céu da boca do malvado. Por fim, sua historinha permaneceu ao pé da página. Ou é apenas uma língua de trapo? Pobre bichinho.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.