Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
RECÔNDITO Falei tanto de solidão, de devaneio De sonhos, galanteios e desgraça Em tudo fugaz, que vem e passa No piscar de olhos, com que veio Tal desventura e ventura e graça Choro e riso, a liberdade e o freio Tão pouca a sorte tive no sorteio Tudo agridoce tal fogo e fumaça O autêntico senso, é de mansinho Penetra na alma, no amor orgulho Tem olhar manso e melhor carinho Se vem e devassa, é um engulho Silencia, no doce poetar, definho Suspiro, perfurando sem barulho © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 2018, 06 de outubro - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde