Frase de Marta Souza Ramos
Essência Cheiro fétido, perdido. Essência vencida. Odor apodrecido de uma sociedade corrompida. Sórdidos seres humanos que vagueiam à sombra do egocentrismo nato, A procura do “ter” ao invés do “ser”. Um ser humano em seda vestido Mas por dentro paupérrimo, Miserável, maltrapilho! Que ostenta pseudo sorriso Entre frases egoístas, vazias, sem essência. Por outro lado, tal qual o cheiro suave dos lírios Esbanja verdade, compaixão, solidariedade. Seres humanos que sem medir esforços Praticam o altruísmo, sem egoísmo. É a essência do “ser” ao invés de “ter”. Sociedade minoritária que faz o bem, sem olhar a quem. Essência pura, mesmo diante de uma realidade dura. Divide o pão, sacia a sede, saem das quatro paredes Para levar ao necessitado um pouco de alento. Há de se pensar, de que lado quero estar! Lembrando que “a planta é voluntária, Mas a colheita é obrigatória”. Do ser humano que sou nascerá a essência Que cheira como a gardênia, Ou o mau cheiro que exala seu odor! Por Marta Souza Ramos
No pensador.ai desde