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Frase de Nicola Vital

⁠SONHOS DE CRIANÇA: Nas campinas bem verdinha De esperança Que meus pais como tais Me fez crescer Hoje vejo Fragmentos de lembranças Dos jardins Que o “progresso” fez verter Só restando na memória da criança A infinita saudade de uma doce Banabuyê Dos negrinhos de fradinhos nos arbustos A se esconder Pras mocinhas nas pracinhas assustando Entorpecer Eu daria todo o progresso emergente O funk, rap, internet ou avião Pra voltar às campinas que um dia Fui criança, E meus sonhos pueris Finquei ao chão.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.