Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
ALVORADA TRISTE A alvorada rompeu melancolicamente Carrancudo o dia, disperso no outrora A alma vazia, a apertura o que sente Pendente, onde a sensação é demora O cortejo das horas, tão lerdo, agora, Canta friamente um canto descontente E na mente vozejos que dá vida chora Desroscando a tristura à minha frente! A manhã vem chegando, tudo um nada A procura do que é vão, nem ninguém Pois, tudo faz da situação tão delicada A prostração onde a emoção é atada Cutuca, cá no cerrado, não sei quem Ou o que, vem, compassar está toada! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 13 março, 2024, 13’55” – Araguari, MG À Fernanda Beregeno pelo dia de hoje
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde