Frase de Allan Caetano Zanetti
Estranho de aparência Saio à noite e nada vejo, é distração Preocupado em encontrar o que se foi Sem saber que não existe continuação Insistindo na faísca, ela se dispõe Abro a mente e mergulho em espinhos Cravados todos em memórias profundas Saudade não basta para os dias idos Fica a reflexão do tamanho das lutas Nenhum lugar é minha casa, nada é Se até antes eu pegava qualquer onda Hoje eu decido nadar contra a maré Eles querem que a gente se esconda! Ouço as reclamações até dos muros Inundado em um propósito desigual Vamos lá, nação, chega de sussurros Espero bem mais da juventude atual Olhe para mim, não posso esconder Está na cara a apatia, consequência Sem causa aparente, resta permanecer Assim mesmo, estranho de aparência.
No pensador.ai desde