Frase de Antonio Montes
UTOPIA Ainda pequena, quantas e quantas vezes aquela crianças, brincava de ser adulta nesse sonho de brincadeira, se colocava como dono de império se vestia de rancor, dava ordens dava chibatadas, prendia xingava os ventos as vezes maldiçoava o momento. Em meio a essas brincadeira de adulto ... Se colocava como se fosse um tirano, se maldizia em sentimentos, e maldiçoava-se por ainda ser pequeno, mas como pequeno... Tinha lá suas brincadeira de época ... Bola de gude, amarelinho sentados em roda com sua pedrinhas ... Cinco marias, cavalo de cabo de vassoura, peteca. Como criança... Chorava abertamente se escangalhava em sorrisos resmungava por levantar-se sedo estava sempre aberta, fazia artes inocente... Não guardava segredos. Cresceu... Deixou de brincar e como adulto, adquiriu vergonha só chora as escondidas, deixou de se expressar aos ventos os risos são minguado, curtos quase nada carrega em sentimentos sempre tem segredos em pensamentos ... Um deles é sentir saudade de ser criança mas com vergonha, deixou de brincar adquiriu carrancas de verdade, e com pelos na cara... Todo tempo, tenta se limpar. Não é mais criança e tudo em sua volta é moldado por planos e comando de voz não leva mais seus passos aos ventos ao contemplar as margens de sua estrada tem medo do andar do seu caminho seus passos, com os anos estão curtos enquanto seu olhar limita-se ao espelho, ou através de grades de suas quadradas janelas suas rugas, te esperam na curva do tempo. Antonio Montes
No pensador.ai desde