Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
RELÍQUIAS Nestas velhas páginas amareladas Duma poesia de outrora, de amor Retalhos das prosas tão choradas Sussurro em verso, versos de dor Relíquias... eram ilusões doiradas Que cá versam nostalgia e clamor Os restos de poéticas enamoradas Num soneto sofrente, sem pudor Ai! verso a verso, vai, e tudo parte A ideia se apaga, e vem outra arte Nas lembranças, que doridas são! E, passo a passo, que se esquece! Tudo envelhece! e assim, fenece... Deixando o seu cunho no coração! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 03 agosto, 2022, 05’40’ – Araguari, MG
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde