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Frase de Nicola Vital

⁠MANHÄ DE DOMINGO Sobre a mesa redonda adornada com uma velha toalha de renda vermelha Um prato de sobremesa com arroz branco e uma pequena poção de Strogonoff. Um sachê de algodão estéril Dois esmaltes de cores preta e laranja. Algumas lixas de unha e outros acessórios para adornar as unhas do mais velho. Missangas enfeitavam as bonecas passadas da netinha. À minha frente um copo de cristal cica amealhado de cerveja me dava inspiração. Uma garrafa plástica de refrigerante indaiá sabor limão discretamente desamparada. O óculos de grau redondo fechado ao centro da mesa Paralelamente o chaveiro com a chave do carro que mais tarde levaria todos deixando a saudade e o sonho de um novo reencontro. Era assim o domingo da vovó

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.