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Frase de Leonice santos

Era uma vez um ninho. Você era um ninho abandonado, fôra deixado por motivos sombrios e lágrimas indigestas, mas vc tava lá, vc e o ninho eram obscuros. Um dia andando na relva encantada te achei na vala, atrelado num arrebalde de aventureiros. Você era lindo como um índio, apesar das lições que sofria, era escura a sua pele queimada sem freios, e freios é coisa que você nunca teve. Eu senti que teríamos muitas consequências, porém eu queria tratar e superar cada uma delas. Naqueles dias me agigantei estava forte e radiante. Parecia que éramos nossos salva vidas, na companhia, nas aventuras, nas conversas engraçadas e sobretudo no amor. Então eu comecei a me sentir no seu ninho, mas era nosso somente nosso o ninho, e é ter sorte uma vez na vida se sentir assim, distante de olhares e de pensamentos, Eu não queria plateia e vc não queria testemunhas. Fui superando as consequências, subjugando as diferenças sem me importar com efeitos, queria vc e vc queria a mim. Equilibrávamos muito bem o ninho, somente uma entrada, preso e escondido num galho entre a Rocha e o sol, alegrias e sonhos, o vento era uma diversão, mas você furou o ninho, expôs espinhos soltou as plumagens e caiu por baixo em queda livre rumo a lama, dizendo que estava indo a outro ninho, mas é um ninho de Cascavel . ..... Poetisa......#LeoniceSantos

Leonice santos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Mãe... Por que existe a escuridão? Para que possamos saber quem realmente brilha, menina... E por que as estrelas brilham? Para acharmos o caminho para casa.

Um amor... Um amor que chegou como ventania de outono, nada espalhou mas juntou tudo dentro de mim, até as cinzas das antigas ilusões, este amor as soprou e no palco do meu coração as fez dançar. Um amor que chegou em noite de primavera em um estender de mão, derrubou as portas…
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Um amor... Um amor que chegou como ventania de outono, nada espalhou mas juntou tudo dentro de mim, até as cinzas das antigas ilusões, este amor as soprou e no palco do meu coração as fez dançar. Um amor que chegou em noite de primavera em um estender de mão, derrubou as portas da minha desabitada morada, dobradiças e fechaduras em ferrugem tiniram ao chão. Quem ousaria entrar neste coração em ruínas? Coração adormecido despertou, viu entrar pelas portas e janelas o clarão de um luar sem reserva, estrelas de prata se davam em bandeja a outro céu. Era você, era o amor. Hoje o coração arredio baila, vendo as ruínas levantadas, as veses chora sem consolo vendo o amor em ventania ensaiando suas asas para voar. FIQUE! Mas por favor, só fique se ficar por inteiro.