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Frases de Leonice santos

250 frases

⁠Mãe... Por que existe a escuridão? Para que possamos saber quem realmente brilha, menina...
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⁠Mãe... Por que existe a escuridão? Para que possamos saber quem realmente brilha, menina... E por que as estrelas brilham? Para acharmos o caminho para casa.

Um amor... Um amor que chegou como ventania de outono, nada espalhou mas juntou tudo dentro de mim, até as cinzas das antigas ilusões, este amor as soprou e no palco do meu coração as fez dançar. Um amor que chegou em noite de primavera em um estender de mão, derrubou as portas…
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Um amor... Um amor que chegou como ventania de outono, nada espalhou mas juntou tudo dentro de mim, até as cinzas das antigas ilusões, este amor as soprou e no palco do meu coração as fez dançar. Um amor que chegou em noite de primavera em um estender de mão, derrubou as portas da minha desabitada morada, dobradiças e fechaduras em ferrugem tiniram ao chão. Quem ousaria entrar neste coração em ruínas? Coração adormecido despertou, viu entrar pelas portas e janelas o clarão de um luar sem reserva, estrelas de prata se davam em bandeja a outro céu. Era você, era o amor. Hoje o coração arredio baila, vendo as ruínas levantadas, as veses chora sem consolo vendo o amor em ventania ensaiando suas asas para voar. FIQUE! Mas por favor, só fique se ficar por inteiro.

CANÇÃO INTERMINÁVEL. Este descompasso sigiloso, abafado, pressionado e timbrado sem notas dó maior, em (dor) maior me dobra, me enrola saudade adentro, sem acorde nesta pauta, como expor minha canção? Um silêncio sem sustenido, sem sustento, submete-me uma nota de observação nes…
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CANÇÃO INTERMINÁVEL. Este descompasso sigiloso, abafado, pressionado e timbrado sem notas dó maior, em (dor) maior me dobra, me enrola saudade adentro, sem acorde nesta pauta, como expor minha canção? Um silêncio sem sustenido, sem sustento, submete-me uma nota de observação neste amor: sol menor ou (sou) menor, disritimado vou sem acalento, sem partitura pela vida, sem hora de chegada, sem ponto de partida, sem clave de sol.

Rotina A rotina dos dias acinzentam a retina dos olhos, que cansada força outra vez o côncavo do olhar, este submete as aspas em volta para um reforço maior, e na tentativa de ver algo novo, feroz, colorido e agradável, criam-se as rugas: aspas contínuas auxiliadoras. Exigente q…
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Rotina A rotina dos dias acinzentam a retina dos olhos, que cansada força outra vez o côncavo do olhar, este submete as aspas em volta para um reforço maior, e na tentativa de ver algo novo, feroz, colorido e agradável, criam-se as rugas: aspas contínuas auxiliadoras. Exigente que somos com tudo em volta, criamos pintamos e reformamos na tentativa de ver o belo. Mas nada disso vem ao caso, quando em paz sonhamos e de olhos fechados nos encontramos, admirados em suspense dentro de nós há um espetáculo, uma beleza diferenciada, e o que seria? Somos nós que dorme e acorda dentro de nós, que se ergue cada dia mais exuberante, experiente, forte e incomum. Somos a beleza extrema da criação, somos semelhança de Deus...

Borboleta e flor. Cálida de esperar A flor em sacrifício desabrocha
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Borboleta e flor. Cálida de esperar A flor em sacrifício desabrocha Seu perfume a exalar Presa ao cale viva e morta. A borboleta linda e livre Sai do casulo em vigor inteiro Suas asas a bater é timbre Me beija e diz que o amor é verdadeiro. Mas foi tão rapidamente o beijo Que minha'alma inda sussurra Se foi conto ou real o ensejo Como em sonho se beija na chuva Você se foi tão depressa Veio de mim o pólen buscar Como o arco a flexa arremessa Embora ao outro não deixe de amar.