Frase de Paulo S. Krajewski.
Casa velha; Cheira poeira, mofo. As árvores te dão as sombras; As sombras te descansa no calor. O sol ilumina sua imagem. Casa velha tu és! Nas noites és sombria; Ninguém se aproxima; O medo domina. Casa velha; Quem te quer, quem te deixou? Continua no mesmo lugar; Casa velha; Que te renovas? Paredes rachadas, Telhado quebrado; Quarto escuro; Sala sem luz... Mas ainda seduz. Houve alguém, A quem te planejou, Nunca esquece... Teu coração padece. Mas ainda há forças, Continua em pé. Sobrevive o frio do inverno sozinha, Mas casa velha... Não de seu tempo... Mas, de um passado. Seus olhos molhados. Sabe... Há alguém do outro lado... Que ainda te quer. Passaram-se os dias... A luz retornou. A alegria bate a porta... A porta se cai, És tu que anseia, Que adentre alguém... E viva contente... Em seu interior. Paulo Sérgio Krajewski. 31 de Março de 1998.
No pensador.ai desde